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quinta-feira, 15 janeiro, 2026

Uso de energia solar cresce nas propriedades e produtores comemoram economia

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), participação do setor rural é de 13,6% em todo o país


“Quase caí para trás quando percebi a diferença na conta de luz no primeiro mês em que instalei as placas solares na minha propriedade. Não consegui acreditar que era verdade a economia que eu tive”, relata a produtora de leite e associada da Capal, Eliane Sabater, de Wenceslau Braz/PR, após aderir ao uso de energia solar.

A energia fotovoltaica é a produção de eletricidade a partir da luz do sol, e o resultado dessa fórmula é a economia. O uso da tecnologia vem crescendo no agronegócio em todo o Brasil e os produtores rurais já perceberam o potencial na utilização da energia solar. Dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) apontam que a participação do setor rural na geração distribuída é cerca de 13,6% em todo o país.

Na propriedade de Eliane, o maior consumo de energia se dá por conta da leiteria que produz uma média de 750 litros por dia. A média de gasto girava em torno de R$ 2,1 mil por mês. O valor caiu para apenas R$ 17 após a instalação das placas de energia solar em abril deste ano.

“Resolvemos procurar financiamento para colocar as placas na propriedade. Depois de muito sacrifício, conseguimos e o resultado da economia veio já no primeiro mês. Vamos conseguir pagar o financiamento com o dinheiro que economizarmos com a conta de luz e ainda vai sobrar”, diz a produtora.

Cooperador da Capal, Gustavo de Oliveira é produtor de soja, trigo, feijão e sorgo. A sua propriedade está localizada no município de Campina do Monte Alegre (SP). Ele observa que em sua região muitos produtores que trabalham com agricultura já viram vantagens em utilizar a energia solar.

Gustavo salienta que, em períodos de irrigação, técnica muito comum no interior de São Paulo, o valor da conta de energia chegava a R$ 7 mil por mês. Hoje em dia pagamos em torno de R$ 200. “A diferença é bem grande. Vimos que, além da economia, não precisamos gastar com água para gerar energia. Estamos colaborando com o meio ambiente e percebemos que o uso da tecnologia tem crescido muito na região, principalmente entre os produtores que trabalham com irrigação. Vale muito a pena”, salienta.


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