ARTIGO | Gestão de eficiência energética: uma tendência para as empresas em 2024

Atualmente, a energia é responsável por impulsionar todas as atividades da economia brasileira. Nesse sentido, a gestão de eficiência energética tornou-se um grande desafio em diferentes setores, como é o caso do mercado industrial. Para se ter uma ideia, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), as indústrias podem destinar mais de 40% de seus custos operacionais à energia elétrica.

Já os dados do SEBRAE apontam que as pequenas empresas podem gastar até 20% de seus custos totais com este tipo de despesa, tornando evidente que este elevado consumo também afeta outros segmentos, como o varejo, educação e saúde, bem como call centers e data centers, que geralmente contam com consumo de energia expressivo, uma vez que a eletricidade representa uma parcela significativa dos seus gastos operacionais.

Com custos significativos, sujeitos a possíveis variações regulatórias e abertura de mercado para novas formas de contratação, a gestão de energia emergiu nos últimos anos como uma tendência crucial para os setores financeiros das empresas, tendo em vista a essencialidade de reduzir as despesas sem comprometer a produtividade.

Desta forma, a gestão energética depende de uma gestão orçamentária detalhada devido a abrangência de componentes no custo, como demanda, consumo, subvenção tarifária, iluminação pública, impostos e encargos, possibilitando estabelecer uma base detalhada para cada um desses elementos e obtendo um controle efetivo.

Como a tecnologia pode apoiar na gestão energética das empresas?

A tecnologia se apresenta como um recurso fundamental para que as empresas se adaptem às principais tendências e variações do mercado energético, possuindo o potencial de automatizar a coleta de faturas e a captura de dados, formando, assim, um banco poderoso de informações.

Isso permite a aplicação de inúmeras técnicas de inteligência de custos, apoiadas por uma variedade de algoritmos, a fim de auditar faturas, identificar possíveis erros de cobrança e oferecer insights sobre oportunidades de otimização de custos e de consumo.

Marcelo Almeida é Diretor da Área Finance Transformation da CXP Brasil, consultoria em tecnologia da informação


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

As cinco fases do cérebro

Em novembro do ano passado, o estudo "Topological turning...

Mostra Internacional de Cinema terá sessões gratuitas e a preços populares em espaços da Prefeitura

A 50ª edição do festival vai até 29 de outubro com programação que também contempla o público infantojuvenil  São Paulo está recebendo a Mostra Internacional...

Energia inteligente em condomínios reduz custos, fortalece o caixa e contribui para a sustentabilidade

Expansão da geração distribuída no Brasil reforça o potencial da energia solar para reduzir despesas recorrentes A rápida expansão da energia solar no Brasil está...

As cinco fases do cérebro

Em novembro do ano passado, o estudo "Topological turning points across the human lifespan" foi publicado na revista Nature Communications, em que uma equipe...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui