Ambev anuncia 1ª grande cervejaria e maltaria carbono neutro do Brasil

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Do campo ao copo: para alcançar até 2025 suas metas ambiciosas de sustentabilidade, a Ambev deu mais um passo inédito com sua cervejaria em Ponta Grossa (PR) e sua maltaria em Passo Fundo (RS) sendo as primeiras carbono neutro do Brasil


A Ambev dá mais um passo importante e pioneiro em sua jornada de sustentabilidade ao anunciar a primeira grande cervejaria e a primeira maltaria carbono neutro do Brasil, após 90% de redução das emissões de CO2 dessas unidades e a neutralização dos 10% remanescentes. Por trás da complexidade desse processo, a companhia investiu, nos últimos cinco anos, R﹩ 137 milhões em tecnologia sustentável e limpa em suas operações, como parte de um plano maior, com frentes voltadas a ação climática, gestão de água, agricultura inteligente e embalagem circular, que, desde 2018, foi reforçado com metas ambiciosas para serem atingidas até 2025.

A maior cervejaria da América Latina tem apostado em inovação sustentável de ponta a ponta, com redução e remoção de emissões de gases de efeito estufa, desde o plantio de insumos, como cevada e lúpulo, passando pela eficiência energética da produção cervejeira, logística de distribuição até os pontos de venda. No caso da cervejaria e da maltaria, todos os processos industriais foram aperfeiçoados, incluindo, por exemplo, instalação de caldeiras por biomassa, reaproveitamento energético do biogás, utilização de eletricidade de fontes renováveis, programas de eficiência energética e introdução de empilhadeiras elétricas.

A Cervejaria de Ponta Grossa (PR) e a Maltaria de Passo Fundo (RS) – ambas localizadas no Sul do Brasil – foram projetadas no conceito de baixo carbono e reduziram, ao longo dos últimos 5 anos, 90% das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera até atingirem sua total neutralização. Isso representa em torno de 9.700 toneladas a menos de CO2 anualmente, o equivalente a 1.300 carros a menos nas ruas do Brasil. A preparação dessa cervejaria e maltaria rumo a net zero faz parte de um plano maior de descarbonização da Ambev para todas as suas unidades no país nos próximos anos.

Até o final de 2021, mais 4 cervejarias já serão neutras em emissão de carbono e a jornada continuará até alcançar 100% da operação nos próximos anos. Apesar da complexidade do processo para chegar à neutralidade total, de 2003 para cá, a Ambev já reduziu mais de 63% das emissões de sua produção direta (escopo 1) e da energia comprada (escopo 2). Muito além da sua própria operação, a Ambev está investindo para que todo seu ecossistema de parceiros embarque nessa transformação. O olhar da companhia também está voltado ao maior desafio enfrentado por todas as empresas: o escopo 3, que representa as emissões de toda a cadeia de valor.

“Não podemos falar de um caminho rumo ao carbono neutro e net zero sem que todos os parceiros e fornecedores que fazem parte da cadeia de grandes companhias também estejam nessa jornada. Mais uma vez, estamos extrapolando as portas da Ambev para promover uma transformação profunda e que tenha verdadeiro impacto positivo. Alcançamos esse marco das primeiras unidades carbono neutro no Brasil, com a neutralização das emissões dos escopos 1 e 2, e iremos escalar para 100% das nossas operações. Mas o nosso desafio é ainda maior. Estamos trabalhando com velocidade para ampliar essas metas aos nossos parceiros, de olho no escopo 3”, reforça Rodrigo Figueiredo, Vice-Presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Ambev.

Mudanças climáticas

Grande protagonista do tema mudanças climáticas, o dióxido de carbono tem sido o maior contribuinte para o aquecimento global, junto com outros gases de efeito estufa. A descarbonização da indústria é tarefa complexa e que envolve todo o processo produtivo da operação das empresas.

“Além de todas as alterações operacionais do nosso processo produtivo e logístico, que permitiram a redução de 90% das emissões, também investimos em projetos que geram créditos de carbono e compensar emissões residuais de nossa cadeia produtiva. Esse investimento em créditos de carbono representa apenas 10% das emissões totais das duas unidades”, conta Rodrigo Figueiredo.


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