Viaturas elétricas da GCM da capital evitam emissão de 243 toneladas de CO₂ na atmosfera

Iniciativa, que equivale ao plantio de 10 mil árvores, integra ações municipais de descarbonização, que incluem 1.149 ônibus elétricos e caminhões a biometano

As viaturas elétricas da Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo deixaram de emitir  243,55 toneladas de CO₂ na atmosfera durante todo o ano de 2025. O CO₂, ou gás carbônico, é um dos principais gases causadores do efeito estufa. O impacto ambiental positivo dessa redução corresponde ao plantio de aproximadamente 10 mil árvores. A marca é resultado da operação de 55 veículos 100% elétricos, entregues em janeiro do ano passado.

A substituição faz parte de um conjunto de medidas da Prefeitura de São Paulo para reduzir a emissão de poluentes. No transporte público, por exemplo, a capital tem a maior frota de ônibus elétricos da América Latina, com 1.149 unidades em circulação. Com essa frota, a cidade deixa de consumir cerca de 40,2 milhões de litros de diesel por ano, o que representa 99,6 mil toneladas de CO₂ a menos na atmosfera, reduzindo drasticamente a emissão de particulados nos principais corredores viários.

Outra ação de destaque é a gestão de resíduos a partir da decomposição de matéria orgânica. Com o método, a Prefeitura de São Paulo passou a transformar lixo em biometano, combustível limpo, gerado em aterros sanitários, que já abastecem 214 caminhões de coleta domiciliar.

A medida evita a emissão de 18,6 mil toneladas de CO₂ por ano e reduz o consumo de quase 7,5 milhões de litros de combustível fóssil. O sistema fecha o ciclo da economia circular e retira de circulação veículos pesados movidos a diesel, reforçando o plano de metas para tornar a frota pública cada vez mais sustentável.

Modernização

Atualmente, a GCM conta com uma frota de 610 viaturas de quatro rodas, além de 220 motocicletas, registrando um crescimento de 170% no total de veículos desde 2021. Além do benefício ambiental, os modelos elétricos proporcionam maior economia no consumo energético e operam de forma mais silenciosa, otimizando as atividades da Guarda.

“Essa é mais uma parte da transformação que estamos realizando na Guarda Municipal. Além da eficácia no combate ao crime, esse tipo de medida é compromisso do prefeito Ricardo Nunes em fazer de São Paulo uma cidade sustentável”, declarou o secretário de Segurança Urbana de São Paulo, Orlando Morando.


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