USP seleciona projetos para conservação de reservas ecológicas

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O valor total para todos os projetos é de R$ 500 mil, por dois anos. Um dos projetos, por exemplo, prevê o reflorestamento do Parque de Ciência e Tecnologia da USP, o Parque Cientec, que faz parte da maior área de conservação de Mata Atlântica da cidade de São Paulo


Para assegurar a sustentabilidade, preservar a biodiversidade e os ecossistemas das áreas protegidas, a Universidade de São Paulo (USP) selecionou seis projetos de implantação de ações de manejo sustentável para garantir a conservação das reservas ecológicas das dependências da USP.

“Da área total ocupada pela USP, cerca de 30% são de reservas florestais, o que representa um dos maiores patrimônios de nossa Universidade. O manejo, a pesquisa e o uso para a educação ambiental de nossas reservas ecológicas contribuem para o meio ambiente de todo o Estado de São Paulo. Dessa forma, a alta qualidade dos projetos selecionados propiciará resultados que beneficiarão não só a USP, mas toda a sociedade paulista. Sem dúvida, o sucesso deste edital nos incentiva a lançar outros no futuro, para que possamos motivar cada vez mais nossa comunidade a ampliar sua consciência ambiental”, explica o superintendente de Gestão Ambiental, Tercio Ambrizzi.

O valor total para todos os projetos é de R$ 500 mil, por dois anos. Um dos projetos, por exemplo, prevê o reflorestamento do Parque de Ciência e Tecnologia da USP, o Parque Cientec, que faz parte da maior área de conservação de Mata Atlântica da cidade de São Paulo.

De acordo com a USP, uma área de seis hectares será restaurada com plantas nativas da Mata Atlântica. Outra área, de 0,5 hectare, vai abrigar espécies de plantas atratoras de abelhas nativas, sem ferrão.

“Até agora, realizávamos apenas ações pontuais para dirimir a degradação da área. Com o lançamento deste edital, as equipes dos setores administrativo, educativo e a direção do Parque CienTec se empenharam para construir, de forma comunitária, uma proposta completa, que abrangesse vários aspectos. Todos os funcionários evoluíram na capacitação para realizar e gerir seus projetos”, explica o diretor do parque, Flávio Augusto de Souza Berchez, coordenador da iniciativa.

Mais de 30% dos 7.600 hectares do território da Universidade de São Paulo são para conservação de áreas verdes, cerrados e fragmentos de florestas semideciduais.


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