São Paulo será primeira capital a ter Academia de Ensino Superior com foco na segurança

Proposta da Prefeitura foi aprovada por unanimidade pela Câmara Municipal

A Câmara Municipal aprovou por unanimidade na quarta-feira (22) o projeto de lei enviado pelo prefeito Ricardo Nunes que torna a cidade de São Paulo a primeira capital brasileira a contar com uma Academia de Ensino e Pesquisa dedicada à segurança urbana, uma instituição de ensino superior voltada à formação de profissionais cada vez mais preparados para a prevenção da violência e a proteção da população.

De acordo com o projeto de lei 1158/2025, encaminhado pelo prefeito, a Academia de Ensino e Pesquisa em Segurança Urbana (AEPSU) é voltada à formação, qualificação e educação continuada dos profissionais da Guarda Civil Metropolitana (GCM), Defesa Civil e Juntas Militares.

Para isso, vai oferecer cursos de graduação, pós-graduação, extensão e programas de pesquisa, além de firmar parcerias acadêmicas e intercâmbios técnicos com outras instituições ligadas à área de segurança pública. A proposta também permite cooperação técnica com outros municípios, ampliando o alcance da experiência paulistana e fortalecendo a integração nacional entre as Guardas Civis.

Na justificativa, a Prefeitura argumenta que a criação da instituição “permitirá a consolidação de uma instituição de ensino e pesquisa dedicada à segurança urbana, elevando o padrão de capacitação da Guarda Civil Metropolitana, dos agentes da Defesa Civil, das Juntas Militares e demais servidores municipais que atuam na área de polícia administrativa municipal”.

Vinculada à Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) e inserida na estrutura do Comando Geral da GCM, a nova academia representa um avanço nas políticas municipais de segurança, consolidando um espaço dedicado à produção de conhecimento, inovação e excelência na formação de agentes públicos.

A AEPSU sucederá a atual Academia de Formação em Segurança Urbana (AFSU), criada em 2018, absorvendo sua estrutura física, recursos humanos, contratos e acervo. A medida garante racionalidade no uso dos recursos públicos e aproveitamento da experiência acumulada pela AFSU nos últimos anos.


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