Projeto Galeria Amazônia e Seus Afluentes impacta 260 mil pessoas

Projeto leva a arte urbana de São Paulo para comunidades da Amazônia

Durante 30 dias, artistas de variadas vertentes navegaram pela bacia amazônica para promover um intercâmbio cultural levando o graffiti e a arte urbana de São Paulo para comunidades e etnias ribeirinhas e originárias da Amazônia.

‌Trinta e quatro localidades entre o Alto Rio Negro e o Pará foram visitadas. Por lá, os artistas deixaram suas marcas com 65 graffitis que hoje enfeitam casas e muros por onde passaram. Além disso, também foram produzidas 10 telas que ficaram em exposição durante os 30 dias.

‌Durante esse período, também foram realizadas atividades como oficinas de graffitti e de introdução à arte, com a participação de 1.300 jovens. Foram apresentadas 38 sessões de cinema dentro de um barco que recebeu mais de 2.500 espectadores.

‌Vale lembrar que todas as ações do Projeto Galeria Amazônia e Seus Afluentes foram realizadas com plena acessibilidade e respeito às diferenças. Desde atividades compatíveis para mobilidade reduzida até serviços de audiodescrição, intérprete de libras e linguagem descritiva para espectros e limítrofes idiomático.‌

Toda essa jornada foi registrada por uma equipe de produção de cinema que captou não só as obras e os artistas, mas também a essência do projeto nos depoimentos e nas histórias dos moradores locais.

‌Confira os números do projeto encerrado no dia 31 de maio:
34 localidades entre alto rio negro e Pará
65 graffitis executados
38 sessões de cinema com mais de 2.500 espectadores
10 telas de obras urbanas ficaram exposição durante 30 dias
1.300 jovens e crianças participantes das oficinas
260 mil pessoas impactadas diretamente

‌O Projeto Galeria Amazônia e Seus Afluentes conta com a participação da Foirn (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro) como entidade colaboradora. A embarcação contou com o porto seguro da comunidade de Barê, que, com seus 52 mil parentes ancestrais e 720 áreas demarcadas com sete diferentes idiomas, representa uma parte essencial da rica diversidade cultural da região amazônica.


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