Projeto da Faixa Azul ganha mais 6 km em nova extensão na Avenida do Estado

Cidade chega a 221,20 km de faixa preferencial

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Executiva de Mobilidade e Trânsito (SEMTRA) e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), entrega, na quarta-feira (26), mais 6 km de Faixa Azul, totalizando 221,2 km da faixa preferencial para motociclistas na capital.

O projeto-piloto, iniciado em 2022, terá a ampliação implementada na Avenida do Estado, ambos os lados, sendo o sentido da Marginal Tietê, entre 100 metros antes do Viaduto Vinte e Cinco de Março e a Av. Santos Dumont. Já no sentido Ipiranga, a faixa será implementada entre 200 metros após a Rua David Bigio e o Viaduto Governador Roberto Abreu Sodré, onde se conecta ao trecho de Faixa Azul já existente na via.

Nestes novos trechos aprovados pela Senatran, a CET contabiliza que 14,4 mil motocicletas circulem por dia, sendo 7.165 no sentido Marginal Tietê e 7.235 no sentido Ipiranga.

Este é o segundo trecho entregue em 2025. O primeiro, com 3 km, ocorreu em 22 de janeiro na Avenida das Nações Unidas.

Idealizada por profissionais da CET das áreas de Planejamento e Projetos, Segurança Viária, Operacional e Sinalização, a Faixa Azul foi inspirada em experiências anteriores e também em resultados em cidades estrangeiras. Atualmente, 46 vias na capital estão sinalizadas com a faixa preferencial de motos.

A Faixa Azul é baseada em dois princípios de segurança viária: Visão Zero e Sistemas Seguros. A Visão Zero é uma abordagem em que nenhuma morte no trânsito é aceitável – todas são evitáveis. Já o Sistema Seguro é uma forma de evitar que os erros dos motoristas e pilotos possam ocasionar ferimentos graves ou mortes.

Atualmente, a frota de motos da cidade de São Paulo é de mais de 1,5 milhão de unidades. Diariamente, mais de 500 mil motociclistas são beneficiados em seus deslocamentos com a Faixa Azul.

Entre janeiro e dezembro de 2023, os trechos de vias com Faixa Azul registraram 36 óbitos de motociclistas. No mesmo período de 2024 foram 19 mortes, uma redução de 47,2%.


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