No menu items!
29.9 C
São Paulo
quinta-feira, 1 janeiro, 2026

Prefeitura viabiliza saída qualificada das ruas para 6.032 pessoas vulneráveis

Pessoas estavam acolhidas na rede de acolhimento da capital e retomaram suas vidas com dignidade


Começar de novo, com um emprego para custear a própria moradia, ou voltar para junto da família, na cidade de São Paulo ou mesmo em outro município, mas sempre com orientação e apoio. Esse é o resumo das histórias de 6.032 pessoas que, após meses e até anos vivendo em situação de rua, recomeçaram suas vidas neste primeiro semestre de 2023, mais de mil por mês, em média.

Esse recomeço foi possível por meio de programas da Prefeitura de São Paulo voltados ao acolhimento e resgate das pessoas mais vulneráveis, que vivem em situação de rua, com o objetivo de oferecer uma saída qualificada para elas.

Saída qualificada é quando a pessoa deixa os serviços da rede socioassistencial com autonomia, ou seja, quando consegue um trabalho para o próprio sustento.

O último censo realizado pela Prefeitura apontou que, no final de 2021, havia 31.884 pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo. Desse total, 19.209 estavam em logradouros públicos e 12.675, abrigadas em centros de acolhida, serviços que formam a maior rede socioassistencial da América Latina e são administrados pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).

São oferecidas atualmente mais de 25 mil vagas de acolhimento para população em situação de rua, por meio de mais de 340 serviços, como CAs (Centros de Acolhimento), hotéis sociais, república para adultos, Vila Reencontro, entre outros.

A maioria das 6.032 pessoas que conseguiram uma saída qualificada das ruas foi para uma moradia autônoma. Cerca de 1,5 mil voltaram ao convívio familiar. Em torno de mil mudaram de cidade ou endereço, com apoio da rede. Quase 300 conseguiram algum tipo de trabalho. Os demais foram para moradia provisória, alojamento em local de trabalho ou para uma república.

Mara Marcia Barbosa da Silva, 44, faz parte dessas mais de 6.000 pessoas. Ela conta que foi levada por uma amiga ao CA (Centro de Acolhimento) da Prefeitura de São Mateus, na zona leste de São Paulo, onde ficou por dois anos.

“Tudo mudou na minha vida com o que aprendi no centro de acolhimento”, afirma Mara, que, hoje, mora em uma casa alugada e se mantém com os diversos trabalhos que faz, além de uma cesta básica que recebe todos os meses.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

Mortalidade infantil caiu 33% nos últimos 25 anos no Estado de São Paulo

Em 2000, para cada mil bebês paulistas nascidos vivos,...

São Paulo se destaca na formação de jovens no mercado do audiovisual e da tecnologia

Iniciativa da Prefeitura de São Paulo promove a capacitação...

Soluções baseadas na natureza podem mudar o futuro das periferias brasileiras

Por Mariana Pontes A COP30 deixou claro que a crise...

Mortalidade infantil caiu 33% nos últimos 25 anos no Estado de São Paulo

Em 2000, para cada mil bebês paulistas nascidos vivos, outros 17 morriam Um estudo da Fundação Seade mostra que a mortalidade infantil no Estado de...

São Paulo se destaca na formação de jovens no mercado do audiovisual e da tecnologia

Iniciativa da Prefeitura de São Paulo promove a capacitação em setores com alta na empregabilidade na Capital A Prefeitura de São Paulo realizou neste mês...

Soluções baseadas na natureza podem mudar o futuro das periferias brasileiras

Por Mariana Pontes A COP30 deixou claro que a crise climática não pode mais ser tratada como abstração, ao reforçar a urgência de ações concretas...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Visão geral de privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.