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quinta-feira, 18 agosto, 2022

Prefeitura usa tecnologia avançada nas intervenções do programa de recapeamento

Equipamento detecta danos estruturais sem abrir buracos nas vias


A cidade de São Paulo ganhou, no mês de junho, o maior programa de recapeamento de ruas e asfaltos. Para a implantação do projeto, o Prefeito Ricardo Nunes acompanhou, na terça-feira (19), os trabalhos na Av. São João, região central, da Secretaria das Subprefeituras usando a tecnologia FWD, equipamento de alta precisão capaz de diagnosticar se há danos estruturais sem precisar abrir buracos nas suas.

O FWD é usado nas pistas dos principais aeroportos do país dada a precisão que tem em identificar problemas. É composto basicamente por um trailer com “duplo” eixo de rodagem simples, favorecendo a plena distribuição e estabilização da carga total do FWD sobre o revestimento. Ele apresenta o seguinte princípio de fundamento: um conjunto de pesos é solto em queda livre sobre uma plataforma com amortecedores de borracha e a carga de impacto é transferida para o pavimento por meio de uma placa de carregamento.

As deformações são registradas pelos 14 geofones posicionados em distâncias regulares e padronizadas por norma, os registros são armazenados instantaneamente no HD do equipamento. Essas deformações recuperáveis são chamadas de deflexões, que são analisadas para o melhor serviço nos locais.

O estudo com o uso do FWD é a última etapa para o planejamento da obra de recape. A avenida Ipiranga é uma das vias que integram o programa de recapeamento. O trecho previsto tem uma extensão de 2650 metros e fica entre a Avenida Cásper Líbero e a rua da Consolação.

O programa de recapeamento teve início há um mês na cidade de São Paulo e irá recuperar 5,8 milhões de metros quadrados da malha viária da capital. Nesse programa, as primeiras vias que recebem o asfalto são as usadas pelo transporte coletivo e tem trânsito pesado.

O Sistema Gaia, desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), substitui o modelo que era seguido aqui na capital para inspeção das condições do asfalto através de dispositivos acoplados em 108 carros de aplicativos e táxis parceiros, que são capazes de verificar as condições do pavimento e localizar possíveis irregularidades.

O levantamento gera dados que possibilitam o recapeamento, segundo a necessidade de cada via e uma maior otimização dos recursos públicos. Se o Sistema Gaia mostrar, por exemplo, que as condições do asfalto são ruins ou péssimas, outros dois equipamentos são usados para medir a ondulação e definir se é um problema estrutural ou superficial.


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