No menu items!
22.9 C
São Paulo
segunda-feira, 2 fevereiro, 2026

Prefeitura fornece sapatilhas e uniformes aos alunos de balé do Corpo Artístico do Municipal

Medida tem objetivo de favorecer a permanência dos bailarinos, já que muitos vêm da periferia e são de famílias de baixa renda


O prefeito Ricardo Nunes anunciou nesta terça-feira (20) mais uma conquista aos alunos da Escola de Dança de São Paulo: a Prefeitura vai fornecer as sapatilhas e as roupas para a prática da atividade, além de kits de uniformes de verão e inverno para os 340 alunos. A iniciativa é inédita e ocorre pouco tempo após a inauguração do Edifício Sede dos Corpos Artísticos, uma parte essencial da Praça das Artes, dedicado à preparação e atuação dos artistas do Theatro Municipal.

“Estamos dando um avanço importante com esse espaço, do ponto de vista da infraestrutura, mas também do ponto de vista de oferecer essa oportunidade a esses alunos que vêm da periferia e que não tem recursos financeiros de ter os seus equipamentos de fazer o balé”, disse o prefeito Ricardo Nunes ao visitar o local na manhã desta terça. “São Paulo passa para outro patamar.”

De acordo com a diretora de Formação da Fundação Theatro Municipal, Cibeli Moretti, a medida tem objetivo de favorecer a permanência dos bailarinos, já que muitos vêm da periferia e são de famílias de baixa renda.

Os alunos receberão um kit com sapatilhas de dois modelos (meia ponta e ponta) e os collants para a prática de dança, mais os uniformes, com moletom e calça, bermuda, camiseta e casaco. Cada sapatilha custa, em média, R$ 350,00. No total, serão 1.200 kits, com mais de 15 mil peças entregues. “Ainda que o balé seja uma prática cara, esse não pode ser um fator determinante. Se a gente entrega esse serviço público de tanta qualidade, a roupa não pode ser uma barreira para esse aluno chegar aqui. Conseguimos transpor essa barreira, é uma vitória para a fundação. A gente vive um clima de muita felicidade dos pais, que não imaginavam que isso poderia acontecer”, afirma Cibele.

Segundo ela, conseguir a sapatilha era uma demanda recorrente para os pais. “Tínhamos conhecimento de famílias que precisavam fazer vaquinha, rifa, pediam para os funcionários da fundação. Alguns funcionários faziam vaquinha para comprar. Isso impactava muito na possibilidade de um aluno que vem das periferias, porque é um custo para a família”, explica.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

Enamed reforça importância de fiscalizar cursos, dizem especialistas

30% das faculdades de medicina tiveram desempenho insatisfatório O resultado...

São Paulo 472 anos: Prefeitura lança livro com histórias, curiosidades e expansão dos parques

Guia lançado no aniversário de São Paulo reúne informações...

Enamed reforça importância de fiscalizar cursos, dizem especialistas

30% das faculdades de medicina tiveram desempenho insatisfatório O resultado da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) levantou uma discussão...

São Paulo 472 anos: Prefeitura lança livro com histórias, curiosidades e expansão dos parques

Guia lançado no aniversário de São Paulo reúne informações completas das áreas verdes e traz pesquisa de satisfação com frequentadores Para comemorar os 472 anos...

Cão conhecido da Praia Brava, em Santa Catarina, é torturado e morto; crime envolvendo adolescentes repercute em todo o país

Um cão sem raça definida, conhecido como Orelha, foi encontrado gravemente ferido no dia 4 de janeiro. Há cerca de dez anos, o animal...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Visão geral de privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.