Prefeitura de São Paulo inicia segunda fase do Viva o Verde SP para ampliar gestão e requalificação de parques

Nova etapa do programa vai implementar ações práticas, ampliar a participação da população e fortalecer o acesso às áreas verdes da cidade

A Prefeitura de São Paulo iniciou a segunda fase do programa Viva o Verde SP, iniciativa realizada em parceria com o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat). A nova etapa tem como foco a implementação das principais ações identificadas na fase inicial, ampliando a qualidade, a gestão e o acesso aos parques municipais.

Entre 2022 e 2025, o programa avaliou mais de 100 parques urbanos, realizou análises detalhadas em áreas estratégicas e elaborou planos de gestão que já orientam a administração desses espaços. Agora, a iniciativa avança para a implementação dessas diretrizes, com ações voltadas à requalificação, inovação e participação social.

Nesta fase, estão previstas a elaboração de novos planos de gestão participativos para parques municipais, o desenvolvimento de projetos de requalificação em áreas prioritárias e a criação de ferramentas digitais que facilitem o monitoramento e ampliem o acesso da população às informações.

“A nova fase do Viva o Verde SP representa um passo concreto para transformar diagnóstico em ação. Nosso objetivo é ampliar o protagonismo da população na gestão dos parques. Queremos espaços cada vez mais inclusivos, construídos com a participação ativa da sociedade, especialmente de mulheres e meninas”, destaca o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi.

A iniciativa também reforça o compromisso com a participação cidadã, ampliando espaços de escuta e engajamento da sociedade civil, com atenção especial ao protagonismo feminino na construção e no uso dos espaços públicos.

São Paulo vem consolidando uma política consistente de ampliação e qualificação das áreas verdes. Desde 2021, foram entregues 14 novos parques, e a cidade já conta com 122 parques municipais, além de sete parques naturais. A cobertura vegetal ultrapassa 50% do território, com mais de 165 mil árvores plantadas até fevereiro de 2026 e publicou 49 decretos para transformar áreas verdes particulares em espaços de utilidade pública.

A segunda fase do programa vai concentrar esforços em territórios prioritários, especialmente em regiões com maior vulnerabilidade social, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso a áreas verdes de qualidade.


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