Prefeitura conta com 760 equipamentos com atendimento em saúde mental

Unidades atuam com equipes multidisciplinares e desenvolvem projetos terapêuticos singulares com pacientes

Uma nova abordagem para o tratamento de pessoas com transtornos mentais foi a principal reivindicação dos profissionais de saúde no movimento antimanicomial, cuja data, instituída em 1987, foi celebrada na segunda-feira (18). Atualmente, a Prefeitura de São Paulo conta com 760 equipamentos, considerando as 482 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), que atuam de forma articulada para o atendimento de pessoas com sofrimento psíquico ou dependência em álcool e drogas.

“A luta antimanicomial promoveu uma mudança fundamental, saindo do modelo estritamente hospitalar e fechado para espaços ambulatoriais e comunitários que garantem os direitos fundamentais do paciente e amplificam o cuidado à saúde”, pontua Claudia Ruggiero Longhi, diretora da divisão de saúde mental da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Claudia ressalta que estas unidades contam com equipes multidisciplinares, compostas por psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, entre outros profissionais, que desenvolvem o cuidado em saúde com base nos projetos terapêuticos singulares (PTS) voltados à reabilitação, prevenção e reinserção dos pacientes na sociedade.

A rede municipal conta atualmente com 74 SRTs. Com ambiente acolhedor, as casas contam com equipes de profissionais que incentivam os moradores a desenvolver a sua própria autonomia nas atividades diárias. Cada residência abriga, em média, dez moradores que fazem atendimentos em outros equipamentos da rede como UBSs, Centro de Atenção Psicossocial (Caps) e Unidades de Referência à Saúde do Idoso (Ursis).

A rede municipal dispõe de duas portas de entrada principais para o atendimento em saúde mental: as UBSs, que oferecem atendimento multiprofissional regular, e os Caps, que são voltados para três públicos, adultos, infantojuvenis, e álcool e drogas. Os Caps III e Caps AD IV oferecem vagas de acolhimento integral durante os estados mais agudos, por até 15 dias.

Já as Unidades de Acolhimento (UA) são residências de caráter transitório, nas modalidades adulto e infantojuvenil, com atendimento a pessoas com dependência de substâncias atendidas nos Caps AD, que apresentem vulnerabilidade social ou familiar.

Também parte da Raps, os Centros de Convivência e Cooperativa (Ceccos) são espaços que promovem oficinas voltadas à saúde e artes com a função de reabilitação terapêutica e geração de renda.

Além destes, os atendimentos de urgência e emergência em saúde mental são realizados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

JORNAL UNICIDADE – ANO 4 – EDIÇÃO 195 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_unicidade_ano_4_edi_o_195_s_o_paulo_

JORNAL VER A CIDADE – ANO 7 – EDIÇÃO 265 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_ver_a_cidade_ano_7_edi_o_265_s_o_pau

Devastação na Amazônia pode quebrar maior “máquina de chuva” do mundo

Cientistas destacam importância do bioma para toda a América...

JORNAL UNICIDADE – ANO 4 – EDIÇÃO 195 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_unicidade_ano_4_edi_o_195_s_o_paulo_

JORNAL VER A CIDADE – ANO 7 – EDIÇÃO 265 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_ver_a_cidade_ano_7_edi_o_265_s_o_pau

Devastação na Amazônia pode quebrar maior “máquina de chuva” do mundo

Cientistas destacam importância do bioma para toda a América do Sul Uma máquina silenciosa trabalha constantemente para que a água chegue aos rios, plantações e...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui