Mais de 2.300 pneus são retirados do Rio Tietê, em processo de desassoreamento

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De acordo com o Governo do Estado, “os serviços têm o objetivo de minimizar o impacto das chuvas, combater as enchentes e revitalizar o curso d’água”. Entre 2019 e abril de 2021, foram removidos 959 mil m³ de areia, argila, terra e materiais não inertes, além de lixo flutuante, como garrafas plásticas, bolas, sacolas e outras coisas


Enquanto o Governo de São Paulo segue com os trabalhos de despoluição do Rio Pinheiros, outro rio também é acompanhado por obras ambientais.

Segundo o Governo, desde 2019, o Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) já retirou mais de 2.300 pneus do Rio Tietê, o que equivale a 502 carros.

Cerca de 41 km do Rio Tietê passam por desassoreamento em dois trechos: da Barragem Edgard de Souza ao Cebolão, (16,5 quilômetros), englobando os municípios de Santana de Parnaíba, Barueri, Carapicuíba e Osasco; e do Cebolão à Barragem da Penha (24,5 quilômetros), na capital paulista.

De acordo com o Governo do Estado, “os serviços têm o objetivo de minimizar o impacto das chuvas, combater as enchentes e revitalizar o curso d’água”.

Entre 2019 e abril de 2021, foram removidos 959 mil m³ de areia, argila, terra e materiais não inertes, além de lixo flutuante, como garrafas plásticas, bolas, sacolas e outras coisas.

“O descarte irregular de lixo e entulho à beira dos rios e córregos provoca transbordamentos e poluí os cursos d´água. Por isso, a participação da população na destinação correta de resíduos sólidos é fundamental para o bem-estar de todos e para a revitalização do meio ambiente”, explica o Governo estadual.

Para fazer o desassoreamento, são utilizadas escavadeiras apoiadas em plataformas flutuantes. Depois de retirados, os resíduos passam por um tempo de 3 a 5 dias de secagem. Depois, o material é separado e segue para aterros sanitários.

“O principal benefício de um serviço de desassoreamento é restituir a seção hidráulica do rio e consequentemente a sua capacidade de escoamento, diminuindo a possibilidade de extravasamento e inundações no entorno e aumentando a qualidade de vida da população lindeira”, afirma o Governo de SP.


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FOTO: Governo SP

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