Junho verde – Fuplastic apoia valorização do plástico nacional e da agenda brasileira para combate à poluição

Produção de plástico deve triplicar até 2060. Indústria prevê ressignificar 6 milhões de quilos este ano

O Brasil, como um dos maiores países em extensão territorial e população, tem uma responsabilidade significativa na preservação do meio ambiente global. E, com a previsão de a produção plástica mundial triplicar até 2060, de acordo com dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, são necessárias condutas próprias, mas que dialoguem e interajam com o restante do mundo.

Um dos assuntos pertinentes para o “junho verde”, que tem o objetivo de educar e mobilizar as pessoas em prol do meio ambiente, é o Tratado global de combate à poluição plástica, aprovado pela Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em 2022, previsto para ser negociado até o fim deste ano.

Uma agenda brasileira bem definida no aspecto da reciclagem de plásticos pode gerar inúmeros benefícios econômicos e ambientais. A criação da economia circular para o plástico incentivará a inovação e o empreendedorismo no setor de reciclagem, gerará empregos e promoverá o desenvolvimento de novas tecnologias. “A indústria de reciclagem, quando bem estruturada, pode ser um motor para o crescimento econômico, ao mesmo tempo que reduz a dependência de recursos naturais e diminui a pressão sobre os aterros sanitários”, afirma Bruno Frederico, CEO da Fuplastic, que prevê ressignificar 6 milhões de quilos de plástico este ano.

Inegável que o plástico está inserido na vida moderna e desempenha um papel importantíssimo. Um exemplo recente do potencial do plástico na promoção da saúde pública é o desenvolvimento de materiais plásticos capazes de inativar o coronavírus. Na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e na Universidade de São Paulo (USP), foram elaborados, respectivamente, sacos de lixo e filmes plásticos que ajudam a eliminar e a prevenir a propagação do vírus em superfícies sensíveis ao toque.

Mas, a falta de gestão e conscientização da população, impulsionaram a poluição plástica. Daí a necessidade de diretrizes que regulamentem todo o ciclo de vida do plástico, o que inclui extração de matéria- primas, produção, transporte, uso, descarte e reciclagem, em comum acordo com o mundo.


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