CPTM amplia ações de sustentabilidade e reforça papel estratégico na mobilidade urbana de baixo carbono

As iniciativas reafirmam o compromisso da companhia, integrando mobilidade urbana eficiente com responsabilidade ambiental

O caminho para um planeta sustentável passa pela ferrovia. Ao transportar cerca de 1,2 milhão de passageiros diariamente, a companhia contribui com o uso de energia limpa, redução de emissão de poluentes e de consumo de combustíveis. Esse modelo reforça a relevância estratégica e a eficiência do modal ferroviário para a sociedade e para a preservação do meio ambiente.

Em 2024, a CPTM gerou 37.379 toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e – unidade que permite comparar e somar o impacto climático de diferentes gases), considerando emissões diretas e indiretas em suas operações. A companhia apresentou alta eficiência climática, com índice de somente 3,3 g CO₂e/passageiro/km, valor 96% menor do que o de um ônibus urbano movido a diesel. Isso significa que uma viagem de trem emite até 27 vezes menos carbono do que a mesma viagem feita por ônibus.

Além de mensurar suas emissões, a companhia integra a pauta ESG à sua estratégia de negócio e de investimento, fortalecendo a imagem institucional e ampliando oportunidades de acesso a mercados de carbono e linhas de financiamento verde.

No dia 16 de abril, a CPTM inaugurou a usina solar fotovoltaica com potência de 86,50 kWp na Estação Calmon Viana, que atende às linhas 11-Coral e 12-Safira. A companhia foi contemplada no ano passado na Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética da concessionária EDP São Paulo e recebeu investimento a fundo perdido no valor de R$ 519.157,89 para projeto e instalação da usina.

Também está em andamento a instalação de uma usina solar fotovoltaica com potência de 134,55 kWp na Estação Engenheiro Goulart, que atende às linhas 12-Safira e 13-Jade, com previsão de ser entregue em junho. Na seleção do projeto da companhia para a Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética promovida pela Enel, a organização obteve um investimento não reembolsável de R$ 1.039.633,65 e, além da construção da usina, procedeu à troca de lâmpadas e sistemas de climatização em 16 estações do sistema ferroviário.

No campo da adaptação climática, a CPTM avança na implementação de Soluções baseadas na Natureza (SbN) em áreas ferroviárias. Entre os destaques está a implantação de uma biovaleta de aproximadamente 250 m² no trecho entre as estações Utinga e Prefeito Saladino, na Linha 10-Turquesa.

Desenvolvido conforme as diretrizes do Manual de Infraestrutura Verde da CPTM, o projeto inclui preparo do solo e plantio de espécies adequadas, favorecendo a infiltração da água da chuva, reduzindo o escoamento superficial e o acúmulo de água. A ação busca aumentar a resiliência da infraestrutura ferroviária e melhorar as condições urbanas do entorno da via.


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