Segundo o Governo do Estado, em um ano, Gestão de Demanda Noturna contribuiu para economia de mais de 193 bilhões de litros de água
A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), seguindo recomendação do Comitê de Integração das Agências para Segurança Hídrica, formado pela Arsesp e pela SP Águas, deliberou, na segunda-feira (31), pela manutenção da Gestão de Demanda Noturna (GDN) em oito horas e da Faixa de Atuação 2.
A definição considera a metodologia estabelecida em Nota Técnica conjunta da Arsesp e da SP Águas, que determina a adoção da faixa de atuação correspondente ao cenário mais restritivo entre as curvas de contingência do Sistema Integrado Metropolitano (SIM) e do Sistema Cantareira.
Segundo o Governo do Estado, desde o início da Gestão de Demanda Noturna, em agosto de 2025, a medida já contribuiu para uma economia estimada de mais de 193 bilhões de litros de água. O volume equivale à quantidade necessária para abastecer cerca de 33 milhões de pessoas, mais de duas vezes a população da cidade de São Paulo. A economia acumulada também corresponde a aproximadamente um ano inteiro de produção do Sistema Rio Grande, responsável pelo abastecimento diário de mais de 1,5 milhão de pessoas no ABC Paulista.
O Governo também afirma que a Gestão de Demanda Noturna é uma medida preventiva e temporária, adotada no âmbito das ações de segurança hídrica para preservação dos níveis dos reservatórios que integram os sistemas de abastecimento. A iniciativa consiste na redução da pressão da rede de distribuição durante o período noturno, quando o consumo é menor, contribuindo para a redução das perdas de água no sistema.
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