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sexta-feira, 24 maio, 2024

ARTIGO | Um legado inspirador para o desenvolvimento da indústria

Um dos maiores desafios brasileiros em 2023 é promover o fortalecimento e o reposicionamento da indústria, fundamental para a retomada do crescimento econômico sustentado, geração de empregos em larga escala, agregação de valor à pauta de exportações e fomento da pesquisa e tecnologia. É o que consta, com ênfase, em documentos do CIESP e da FIESP entregues aos candidatos à presidência da República e ao Governo de SP antes das eleições de 2022.

Foi com o mesmo objetivo de impulsionar a manufatura, no momento da primeira revolução industrial, que nasceu, em 1928, o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP). A origem da entidade está intimamente ligada, dentre outros importantes nomes, ao empresário ítalo-brasileiro Francesco Matarazzo, que construiu na cidade de São Paulo o maior complexo industrial da América Latina no início do Século 20, que impulsionou a economia nacional. Ele também foi o idealizador e um dos fundadores do CIESP e primeiro presidente estatutário, tendo como vice Roberto Simonsen.

Uma das demandas iniciais era capitalizar as oportunidades surgidas com a 1ª Grande Guerra (1914-1918), que havia gerado imensas dificuldades de importação, abrindo espaço para a produção fabril interna. O CIESP contribuiu para a transformação, aumento da produtividade e multiplicação do número de indústrias. A mobilização da entidade também foi marcante no enfrentamento da grande crise de 1929, provocada pelo crash da Bolsa dos Estados Unidos, e o golpe de Estado de 1930, no Brasil, com o início do primeiro governo de Getúlio Vargas.

Novamente, nos deparamos com crises globais e locais, como as sequelas da pandemia, o cenário da guerra entre Rússia e Ucrânia, cadeias de fornecimento desestruturadas, grandes incertezas na China, baixo crescimento do PIB nacional e um ambiente político interno que precisa ser pacificado.

Temos convicção de que, como no início do século passado, a indústria, agora no auge da quarta revolução industrial, poderá contribuir de modo expressivo para o fomento econômico, inclusão, geração de renda e mais bem-estar dos brasileiros. Com a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), o setor atua em educação (formal e profissional), saúde, cultura, esporte e lazer, em efetiva contribuição que transcende os trabalhadores do setor.

Rafael Cervone, engenheiro e empresário, é o presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP)


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

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