São Paulo gera mais de 38,5 mil empregos com carteira assinada em novembro

Estado registrou a abertura de 647,6 mil novos postos formais no acumulado do ano

São Paulo fechou o mês de novembro tendo registrado a criação de 38.562 novos empregos com carteira assinada, resultado de 638,7 mil admissões e 600,1 mil desligamentos. No acumulado de janeiro a novembro de 2024, o estado tem saldo de 647,6 mil vagas formais criadas. Os dados do Novo Caged foram divulgados na sexta-feira, 27 de dezembro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Dois dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram saldos positivos no estado de São Paulo em novembro. O destaque ficou por conta do setor de Serviços, que registrou a abertura de 34.024 novas vagas. Na sequência aparece o Comércio, com 24.593 vagas. A Indústria (-2.789 vagas), a Construção (-5.923) e a Agropecuária (-11.343) registraram desempenho negativo.

No estado, os novos postos de trabalho foram ocupados, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino (+38.277). Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas (+39.582) com as vagas em São Paulo. Jovens entre 18 e 24 anos também são o grupo com maior saldo de vagas: +32.086.

A capital São Paulo foi o município com melhor saldo no estado em novembro, tendo gerado 19.803 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 4,9 milhões de empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no mês de novembro no estado aparecem Barueri (3.604), Guarulhos (2.616), São Bernardo do Campo (2.029) e Osasco (1.898).

De janeiro de 2023 a novembro de 2024, o saldo supera 4 milhões de novos empregos com carteira assinada gerados no Brasil. No acumulado dos últimos 12 meses, de dezembro de 2023 a novembro de 2024, o saldo é positivo em mais de 1,77 milhão de novos empregos, resultado 22,2% maior que o saldo observado no período de dezembro de 2022 a novembro de 2023 (1,45 milhão).

O saldo foi positivo em dois dos cinco grupamentos de atividades econômicas em novembro. O destaque ficou com o setor de Comércio, responsável pela geração de 94.572 postos, com a atividade do “comércio varejista” tendo gerado o maior número das vagas (83.032). Em seguida aparece o setor de Serviços, com 67.717 novos empregos criados. A Indústria, que fechou o mês em retração, registrou queda de 6.678 vagas. Agropecuária (-18,8 mil) e Construção (-30 mil) também fecharam o período com queda.


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