Maioria dos focos do mosquito transmissor da dengue está nas residências, e cuidados simples ajudam a evitar a proliferação
Cerca de 75% dos focos do mosquito estão dentro das residências, o que reforça a importância dos cuidados no dia a dia. O enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti é uma ação permanente e coletiva, essencial para evitar a proliferação do transmissor da dengue, Zika e chikungunya.
“O acúmulo de entulho, lixo e água parada cria o ambiente ideal para a formação de criadouros do mosquito. Manter os espaços limpos e organizados é uma medida simples que faz diferença para a saúde coletiva”, afirma a diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo, Tatiana Lang.
A dengue segue registrando casos no estado. Até quarta-feira (18), segundo dados da Pasta, foram confirmados 7.271 infectados e três óbitos. Com relação à chikungunya, até o momento, foram confirmados 131 casos e nenhum óbito.
Confira as orientações para evitar que as casas e apartamentos se transformem em criadouros:
- Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre fechada;
- Remova folhas e outros materiais que possam impedir a passagem da água pelas calhas;
- Encha os pratos dos vasos de plantas com areia até a borda;
- Troque a água e lave o vaso das plantas aquáticas com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana;
- Mantenha garrafas e recipientes que possam acumular água sempre virados para baixo;
- Mantenha as caixas-d’água bem fechadas e descarte corretamente objetos que acumulam água, como embalagens usadas.
- Também é fundamental redobrar a atenção após períodos de chuva, quando o acúmulo de água pode passar despercebido.
- Sintomas da doença
É preciso estar atento aos sintomas da dengue, que podem começar repentinamente, duram entre cinco e sete dias:
Febre alta (39° a 40°C);
Dor no corpo e articulações;
Dor atrás dos olhos;
Mal-estar;
Falta de apetite;
Dor de cabeça;
Manchas vermelhas no corpo;
Hemorragia em casos graves;
Dor abdominal, principalmente em crianças.
Caso tenha algum sintoma, procure o médico e não faça automedicação.
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