Nova unidade do Rede Cozinha Escola realiza 400 refeições por dia aos mais vulneráveis na Zona Sul

Programa financia cozinhas comunitárias para fornecer refeições à população vulnerável


A Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta terça-feira (26) mais uma unidade do Rede Cozinha Escola, na Pedreira, Zona Sul, com um almoço no Centro de Convivência Itatinga. O programa, criado pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) e sua Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA), tem por finalidade produzir refeições para a população vulnerável da cidade e fornecer capacitação para a área de serviços de alimentação, em parceria com Organizações da Sociedade Civil (OSC).

A OSC responsável pela nova unidade é o Centro de Convivência Itatinga, parceira da Prefeitura de São Paulo na gestão de uma creche. Durante a inauguração, o prefeito Ricardo Nunes apontou algumas das diversas ações que a Prefeitura de São Paulo realiza com foco na segurança alimentar.

“A gente soma esse trabalho da Cozinha Escola com a Cozinha Cidadã, que são 53 restaurantes que a Prefeitura contratou em todos os cantos da cidade para o fornecimento de 200 refeições, além das sete mil cestas básicas distribuídas todos os dias para várias entidades”, contou Nunes, detalhando que serviços como Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs), Centros de Acolhida, Hotéis, Vilas Reencontro, entre outros serviços, também fazem a distribuição de refeições.

As organizações participantes que se credenciaram no Rede Cozinha Escola são entidades sem fins lucrativos, sociedades cooperativas e organizações religiosas que se dedicam a atividades ou projetos de interesse público e de cunho social. O programa foi lançado em 19 de julho deste ano e já conta com 51 organizações parceiras produzindo e distribuindo refeições. Até o fim da semana, serão 53 unidades, sendo duas inauguradas na Penha e Itaim Paulista, na Zona Leste, e outras 7 vão entrar no programa em janeiro, totalizando 60 OSCs.

Pela parceria, cada Organização da Sociedade Civil (OSC) recebe recursos para contratar trabalhadores e deve assegurar a oferta de no mínimo 400 refeições diárias, de segunda a sábado, segundo as necessidades da comunidade ou do grupo social assistido, de acordo com os padrões estabelecidos pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania.


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