No menu items!
22.4 C
São Paulo
quinta-feira, 1 janeiro, 2026

‘Impressão criminal”: entenda como a papiloscopia ajuda a polícia a solucionar crimes

Polícia Judiciária conta com setores que trabalham de forma integrada, buscando provas, a papiloscopia é um deles


Uma simples impressão digital pode mudar o curso de uma investigação e desvendar um crime. A essa ciência, que estuda os desenhos formados pelas elevações da pele para identificar pessoas, dá-se o nome de papiloscopia.

O termo pode soar estranho para alguns, no entanto, a papiloscopia é uma importante aliada na resolução de crimes para a Polícia Civil, que neste sábado (30) foi homenageada pelos serviços prestados em prol da segurança pública de São Paulo.

A Polícia Judiciária é a responsável por investigar crimes para entender o que aconteceu, como, o porquê e quem é o autor. Para isso, conta com diversos setores que trabalham de forma integrada, buscando provas. A papiloscopia é um deles.

“É uma coleta de fragmentos de impressões digitais deixadas pelos possíveis autores na cena do crime”, explica Anderson Floriano, que passou 21 dos seus 39 anos se dedicando à área das impressões digitais na polícia.

Além da busca de autores por meio de impressões digitais, a polícia também usa o processo para fazer a correta identificação de uma vítima fatal. “Qualificação e identificação são duas coisas diferentes”, explica o papiloscopista. Um documento não identifica uma pessoa porque ele pode ser falsificado, por isso, todas as vítimas, ainda que estejam com algum tipo de registro quando são encontradas, são identificadas por meio das digitais.

Atestar quem é a vítima é uma importante etapa para solucionar o crime. “Depois disso, conseguimos dar um norte para a autoridade policial de quem é aquela pessoa, onde ela residia, qual a profissão, quem são os parentes. Essas informações auxiliam nas investigações”, detalha.

Por meio da papiloscopia, muitos crimes já foram desvendados. Anderson, porém, destacou um caso que marcou sua carreira em 2016, no resgate de uma idosa. A vítima chegava em casa quando foi rendida pelo grupo, que a levou para um cativeiro.

O carro da mulher, abandonado pelos criminosos em uma praça no Jardim Arpoador, foi fundamental para prender os autores. Uma impressão digital deixada na maçaneta interna do veículo fez com que a polícia chegasse em todos os envolvidos e resgatasse a vítima. “Até então, não se colhia impressões nessa posição”, conta o profissional.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

Soluções baseadas na natureza podem mudar o futuro das periferias brasileiras

Por Mariana Pontes A COP30 deixou claro que a crise...

Inadimplência bate recorde e atinge principalmente pequenas empresas em São Paulo

Dados da Serasa Experian mostram 8,4 milhões de CNPJs...

OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez

Novas diretrizes incluem causas e métodos para prevenir e...

Soluções baseadas na natureza podem mudar o futuro das periferias brasileiras

Por Mariana Pontes A COP30 deixou claro que a crise climática não pode mais ser tratada como abstração, ao reforçar a urgência de ações concretas...

Inadimplência bate recorde e atinge principalmente pequenas empresas em São Paulo

Dados da Serasa Experian mostram 8,4 milhões de CNPJs negativados no País Dados da Serasa Experian apontam que a Região Sudeste registrou mais de 4...

OMS determina novas diretrizes sobre diabetes na gravidez

Novas diretrizes incluem causas e métodos para prevenir e tratar a diabetes durante a gestação A Organização Mundial da Saúde divulgou as primeiras diretrizes sobre...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Visão geral de privacidade

Este site usa cookies para que possamos fornecer a melhor experiência de usuário possível. As informações de cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.