Governo Federal e Instituto Maurício de Sousa lançam gibi da Turma da Mônica sobre importância da valorização de idosos

História contada na revista em quadrinhos serviu de inspiração para a troca de experiências entre estudantes do ensino fundamental e pessoas idosas

A revista em quadrinhos “Turma da Mônica em: Intergeracionalidade” narra a história de Xabéu, irmã mais velha do personagem Xaveco, e de sua avó, Dona Xepa, em uma jornada de aprendizado sobre o envelhecimento e a valorização da pessoa idosa.

A trama também explora os desafios que podem surgir entre diferentes gerações devido a distintas visões de mundo e aos estereótipos associados à velhice, que resultam em discriminação e preconceito. Além disso, aborda o impacto desses fatores na dignidade e na saúde das pessoas idosas. A história ficcional encontra paralelos com a realidade quando se conhece a vida de William Aires, de 9 anos, que conta com a ajuda da avó para realizar as tarefas da escola. “Ela sempre me dá muitos presentes e é muito amorosa comigo”, conta ele, que retribui dando dicas de como utilizar o celular. “Eu sou um dos netos favoritos da minha família”, se orgulha.

Estudante do 4º ano da Escola Municipal Odilon José de Oliveira, em Goiás, ele foi um dos 25 alunos a participar do lançamento do gibi da Turma da Mônica sobre intergeracionalidade – a relação entre jovens e pessoas idosas, lançado pelo Governo Federal, por meio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), em parceria com o Instituto Maurício de Sousa. “Tem cenas que podem ajudar a gente a interpretar o que devemos fazer e como interagir com as pessoas idosas ajudando, respeitando e dando carinho”, relata Willian.

A ação reuniu, no Instituto Federal Goiano (IF Goiano), pessoas de diferentes idades. O lançamento da revista ocorreu de maneira integrada ao programa Envelhecer nos Territórios, que tem como objetivo promover a inclusão social e o envelhecimento ativo das pessoas idosas em diversas regiões do Brasil.

O secretário Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa, Alexandre Silva, explica que disseminar os direitos da população idosa para todas as faixas etárias proporciona um ambiente de segurança e respeito de direitos. “Essa formação vai ajudar as crianças a respeitarem ainda mais as pessoas idosas, bem como estimular o convívio entre diferentes gerações, evitando qualquer possibilidade de preconceito ou discriminação que afeta professoras e professores”, afirmou.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected] 

- Patrocinado -

Últimas

Pântanos e Desertos Alimentares: entenda por que o acesso à comida saudável virou um desafio global e como São Paulo é referência mundial

Os termos “pântano alimentar” e “deserto alimentar” foram recentemente incorporados ao centro dos debates em 2026 nos Estados Unidos, visibilizando um problema crônico presente...

Envelhecimento da população reforça desafio da segurança alimentar entre idosos em São Paulo

Mais de 5,8 milhões de pessoas viviam em domicílios com algum grau de insegurança alimentar na cidade de São Paulo em 2024. Desse total,...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui