Compra de embarcações para o transporte hidroviário na Billings é autorizada

O Sistema de Transporte Público Hidroviário deverá beneficiar diretamente 385 mil pessoas residentes na Zona Sul da Capital


A Prefeitura de São Paulo deu mais um passo importante para a implantação do Aquático SP, o primeiro modo de transporte coletivo por embarcações na cidade, e autorizou a compra das embarcações para a travessia na represa Billings.

A Secretaria Executiva de Transporte e Mobilidade Urbana (SETRAM) e SPTrans publicaram no Diário Oficial da sexta-feira (30) a autorização para assinatura de termo aditivo que permite à Transwolff, concessionária que opera na região do Grajaú, adquirir as embarcações. A concessionária será responsável pela operação assistida do Aquático entre os parques Cantinho do Céu e Mar Paulista.

O projeto prevê duas embarcações para transporte de passageiros, com capacidade para transportar 60 usuários sentados, duas portas laterais exclusivas para as operações de embarque e desembarque de passageiros, espaço para cadeirantes e banheiro acessível, espaço para acomodação de bicicletas, ar-condicionado, tomada USB. Os veículos devem obedecer às normas aplicáveis da Autoridade Marítima (NORMAM). Além disso, a concessionária deverá adquirir embarcação de apoio para futura utilização em ocorrências de resgate, reboque, manutenção, transporte de materiais, dentre outras atividades voltadas à garantia da segurança e da continuidade do serviço.

As três embarcações serão adquiridas pela concessionária, mas, após 11 anos de operação, terão sua propriedade revertida para a Prefeitura, devendo ser entregues em perfeitas condições de operação e manutenção.

O Aquático SP será o primeiro meio de transporte coletivo por embarcações na cidade. O projeto consta no Programa de Metas 2021-2024 e o transporte hidroviário está previsto no Plano Diretor Estratégico e no Plano de Mobilidade. O Sistema de Transporte Público Hidroviário será implantado na Represa Billings e deve beneficiar diretamente 385 mil pessoas residentes na Zona Sul da Capital, nos bairros do Grajaú, Cocaia e Pedreira. O projeto prevê a construção de atracadouro de barco, parada de ônibus e interligação entre os transportes terrestre e hidroviário.


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