Companhia O Grito leva três espetáculos infantis para o palco do Sesc Campo Limpo

As apresentações são gratuitas e acontecem aos domingos, às 16 horas


No mês de março, o público do Sesc Campo Limpo, poderá assistir três espetáculos para infância e juventude da Companhia O Grito: O Gigante Adamastor (10/03); O Armário Mágico (17/03) e Diana Luana (31/03). Em 2024 o grupo comemora 20 anos, 14 encenações com um público superior à 450 mil pessoas.

10/03

Em O Gigante Adamastor, a premiada escritora de literatura infantil e jovem Heloísa Prieto juntou forças ao grupo para levar à cena o Canto V, de Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões. A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro.

Os atores fazem as vezes de narradores, personagens e manipulam bonecos. Os papéis não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes. A trilha sonora toma notas mais psicodélicas e oníricas para acompanhar o clima do espetáculo. O texto apresenta trechos do Canto V que são cantados e narrados pelos artistas em cena ou por vozes off de crianças, procurando aproximar e despertar o interesse do público pela obra.

17/03

Malu e Tim são os protagonistas de O Armário Mágico, texto de Paula Autran, e vão se conhecer de uma forma mágica, através de seus guarda-roupas. Malu, acabou de passar por um tratamento de câncer e está careca. Tim, é filho de artistas famosos, cresceu viajando pelo mundo e por isso confunde as palavras. Ambos vivem isolados em seus quartos até que um dia se encontram através dos guarda-roupas.

31/03

Com dramaturgia de Marcelo Romagnoli e direção de Roberto Morettho, Diana Luana é resultado das vivências artísticas da Cia junto à população em vulnerabilidade social, na Casa Restaura-Me – Sede do grupo – e, na Casa Taiguara.

Em uma linguagem não realista, com a musicalidade do rap e narrações épicas, a teatralidade é revelada aos olhos do público que acompanha o dia e a noite da personagem Diana Luana. O elenco manipula cenário, luz e som. A peça se desenrola por meio de jogos de transformação de objetos, teatro de sombras, contos de fadas, partidas de futebol, um ringue de luta e até um foguete.


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