Cidade de São Paulo apresenta no Congresso de Municípios avanços em descarbonização e economia verde

Destaque ficou por conta do biometano, ônibus elétricos e expansão da cobertura vegetal

A capital marcou presença no 67º Congresso Estadual de Municípios como referência nacional e internacional em sustentabilidade urbana e descarbonização. Secretários municipais e especialistas apresentaram os resultados alcançados e os próximos passos de uma agenda que combina inovação tecnológica, responsabilidade fiscal e benefícios ambientais para a população.

No painel “Plano de Descarbonização: A nova matriz para transição energética e o papel estratégico do biometano”, os representantes da Prefeitura reforçaram a importância da integração de soluções limpas. O secretário executivo de Mudanças Climáticas, José Renato Nalini, destacou: “Biometano é uma tecnologia madura, disponível, estável. São Paulo tem potencial para ser referência latino-americana em mobilidade”.

A capital já opera 27 carretas e 22 caminhões movidos a biometano, substituindo 65 mil litros de diesel por mês, redução equivalente ao plantio de 134 mil árvores por ano. Além disso, a Prefeitura anunciou um edital de chamamento público para fornecimento de biometano ao sistema de ônibus.

Ao tratar das diferentes soluções para reduzir emissões no transporte, o secretário de Mobilidade Urbana e Transporte, Celso Caldeira, destacou que não se trata de uma escolha excludente, mas de estratégias complementares. “A política de biometano não veio para competir com a política elétrica, muito ao contrário, veio para somar à política elétrica. A determinação que nós temos na cidade de São Paulo é que adotemos energia limpa, seja ela qual for”.

“A Prefeitura financia a diferença entre o custo do ônibus a diesel e o ônibus elétrico, garantindo que a troca aconteça dentro do prazo dos contratos”, explicou o secretário de Planejamento, Clodoaldo Pelizzoni, ao detalhar a estratégia para viabilizar a transição da frota.

O secretário do Verde e Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, enfatizou a centralidade do orçamento climático: “Tem que ser uma prioridade dentro das gestões de todas as cidades pelo legado de qualidade de vida e sustentabilidade para as próximas gerações”.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Rodrigo Goulart, sublinhou o impacto econômico da agenda verde: “A política de descarbonização na cidade de São Paulo gera diretamente mais de 20.000 empregos aqui na cidade”. Hoje, a capital reúne mais de 215 mil empregos formais no setor de economia verde, além de programas como o Green Sampa, que apoia startups e negócios de impacto socioambiental.


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