Capital registra 2,9 milhões de empregos com carteira assinada em 2025 e bate recorde histórico de contratações

Esse é o maior volume da série do Novo Caged e foram criadas mais de 101 mil vagas formais

A cidade de São Paulo registrou em 2025 o maior número de admissões de sua história. De acordo com o Novo Caged, ao longo do ano, foram 2,9 milhões de contratações com carteira assinada, volume 3,7% superior ao de 2024. Além do recorde de admissões, a capital liderou a geração de empregos formais entre todos os municípios do país, com saldo positivo de 101.818 vagas — resultado da diferença entre admissões e desligamentos.

Os dados consolidados do Novo Caged, que reúnem o saldo de empregos de janeiro a dezembro, foram divulgados no fim de janeiro deste ano. A partir desse levantamento, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho detalha o desempenho da capital. O saldo alcançado por São Paulo corresponde a 32% de todas as vagas criadas no estado e a 8% do total de empregos gerados no país em 2025, reforçando o papel da cidade como principal motor do mercado de trabalho nacional.

Na prática, os números indicam que a cidade criou, em média, 8.485 empregos por mês, ou 279 novas vagas por dia. O mês de fevereiro foi o destaque do ano, com a criação de mais de 36 mil postos de trabalho, o maior saldo mensal de 2025.

Os resultados refletem um ambiente econômico dinâmico, sustentado por ações da Prefeitura de São Paulo voltadas à atração de investimentos, estímulo à atividade produtiva, apoio ao empreendedorismo e ampliação das políticas de emprego, renda e qualificação profissional. A estratégia tem fortalecido a competitividade da capital e ampliado as oportunidades para trabalhadores e empresas.

Mesmo com o aumento sazonal dos desligamentos no fim do ano — comportamento esperado da economia —, São Paulo apresentou uma das menores variações percentuais entre novembro e dezembro da série analisada, sinalizando maior estabilidade do mercado de trabalho formal.

Quando analisado as atividades econômicas (o menor nível de detalhamento possível), a subclasse de “Serviços de engenharia” liderou a criação de vagas em números absolutos, com 5.778 novos postos, seguida pelas atividades de “Serviços Combinados de Apoio a Edifícios” e “Locação de mão de obra temporária”.

Já na análise do estoque de empregos por setores, o de Economia Criativa foi o que apresentou o maior crescimento bruto de postos de trabalho ao longo do ano, criando quase 21.747 mil novos vínculos formais, o que representa um crescimento de 3,66%.


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