Armazém Solidário Grajaú se torna a loja do programa que mais vendeu na primeira semana

Ativa desde o dia 27 de agosto, a unidade é a segunda implementada na zona sul de São Paulo

A Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA) divulgou o balanço da primeira semana do Armazém Solidário Grajaú, inaugurado oficialmente no dia 27 de agosto. Comparado ao desempenho das primeiras semanas das outras sete unidades do programa, a loja do Grajaú é a que mais vendeu itens, a que mais movimentou dinheiro em vendas e a que teve maior ticket médio gasto por cliente, enfatizando sua pertinência na região, atualmente a que mais possui famílias inscritas cadastradas no CadÚnico — cerca de 77.270 famílias inscritas.

Entre os dias 27 de agosto e 5 de setembro, nos primeiros 9 dias de funcionamento, ficando aberta de segunda a sábado, das 8h às 18h, o Armazém Solidário Grajaú atendeu 5.533 pessoas e vendeu 115 toneladas de alimentos e 132.264 itens. No total, foram cerca de R$ 678.667,45 em movimentação financeira, com ticket médio ficando em R$122,22 por compra. 

Para Vitor Arruda, secretário-executivo de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA) da Prefeitura de São Paulo, o desempenho do Armazém Solidário Grajaú é impressionante e diz que os dados precisam ser interpretados para muito além dos números.

“94% dos itens comercializados nos Armazéns Solidários são orgânicos ou minimamente processados, e não vendemos alimentos ultraprocessados, nem bebidas alcoólicas. Somados aos descontos de 30% a 50% que os clientes com CadÚnico ativo encontram em alimentos, ração para seu pet e produtos de higiene pessoal e limpeza para casa, o programa se prova como uma política cada vez mais eficiente e atual para combater a insegurança alimentar e nutricional de pessoas de baixa renda”, explica.

O perfil do público é bem dividido, com maior predominância entre pessoas de 60 a 69 anos, que correspondem a ¼ dos atendimentos (ou 25% dos clientes, 1.416 pessoas). 18% são pessoas de 40 a 49 anos (973 clientes) e 50 a 59 anos (983 clientes), enquanto 16% são pessoas de 30 a 39 anos (911 clientes). Os jovens-adultos, de 18 a 29 anos, representam 9% dos atendimentos computados no período de 27 de agosto a 5 de setembro (485 clientes, sendo 442 adultos de 20 a 29 anos). 


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

Bets reduzem consumo e atividade econômica, diz pesquisa da USP 

Parte das apostas tem gerado aumento do endividamento Um estudo...

O melhor IDH

Depois de um grande retrocesso no Índice de Desenvolvimento...

São Paulo entra no topo de ranking mundial do turismo corporativo e desbanca Londres, Paris e Madri

Pesquisa aponta que a cidade é o principal destino da América Latina para viagens de negócios São Paulo é o principal destino da América Latina...

Bets reduzem consumo e atividade econômica, diz pesquisa da USP 

Parte das apostas tem gerado aumento do endividamento Um estudo feito pelo Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made), da Faculdade de Economia, Administração,...

O melhor IDH

Depois de um grande retrocesso no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) durante a pandemia no governo Bolsonaro, os dados divulgados em maio mostraram que...

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui