Combustível do Futuro consolida pioneirismo brasileiro e impulsiona autossuficiência energética

Marco legal com potencial de destravar R$ 260 bilhões em investimentos até 2037 reduz dependência de importações

O Brasil reforça seu pioneirismo na transição energética global. Ao demonstrar na prática como é possível substituir derivados de petróleo e criar uma matriz limpa e cada vez mais autossuficiente, o País assume a vanguarda de um movimento que hoje pauta as maiores economias do mundo.

O destaque brasileiro vai além da pauta ambiental e se sustenta em uma realidade econômica sólida. O setor produtivo, hoje, atua amparado por diretrizes, como a Lei do Combustível do Futuro, que trouxe a previsibilidade jurídica necessária para destravar cerca de R$ 260 bilhões em investimentos privados até 2037. Esse cenário comprova a maturidade da indústria, que trabalha ativamente para modernizar biorrefinarias, reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados e blindar o mercado interno contra oscilações internacionais.

Para o diretor da Fenasucro & Agrocana, reconhecida como a maior feira do mundo voltada à cadeia produtiva da bioenergia, Paulo Montabone, o contexto atual consolida uma evolução histórica que coloca o Brasil à frente do mercado mundial. “Se formos voltar um pouco na história, o Proálcool foi criado justamente como resposta à crise do petróleo de 1973, num plano nacional de independência oficializado em 1975. Hoje, entendemos que essas grandes ofertas de biocombustíveis fazem com que a gente ‘limpe’ os combustíveis fósseis por meio da mistura. Eles vão agredir menos o meio ambiente”, destaca.

É justamente na estratégia de ‘limpar’ a matriz fóssil apontada por Montabone que se apoia a expectativa de ampliação das misturas nos combustíveis.

Para sustentar essa vanguarda, a produção encontra suporte financeiro no RenovaBio, política nacional que consolida os Créditos de Descarbonização (CBIOs). Para 2026, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabeleceu a meta de aquisição de 48,09 milhões de CBIOs.

“Na prática, eles funcionam como um ativo financeiro atrelado ao desempenho ambiental, transformando eficiência e sustentabilidade em receita adicional, instrumento indispensável para alavancar inovações tecnológicas no setor”, explica Montabone. Ainda de acordo com ele, é fato que os CBIOs se consolidaram como uma das principais engrenagens de financiamento da transição energética brasileira, acelerando investimentos em eficiência, automação e expansão da capacidade produtiva das biorrefinarias.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

- Patrocinado -

Últimas

Casos de violência política de gênero crescem 11 vezes em 4 anos 

TSE lança campanha para combater violência política contra mulheres A...

JORNAL UNICIDADE – ANO 4 – EDIÇÃO 195 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_unicidade_ano_4_edi_o_195_s_o_paulo_

JORNAL VER A CIDADE – ANO 7 – EDIÇÃO 265 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_ver_a_cidade_ano_7_edi_o_265_s_o_pau

Casos de violência política de gênero crescem 11 vezes em 4 anos 

TSE lança campanha para combater violência política contra mulheres A violência política contra mulheres pode assumir diferentes formas, da intimidação e dos ataques à honra...

JORNAL UNICIDADE – ANO 4 – EDIÇÃO 195 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_unicidade_ano_4_edi_o_195_s_o_paulo_

JORNAL VER A CIDADE – ANO 7 – EDIÇÃO 265 – São Paulo, 26 de setembro a 01 de outubro de 2026

https://issuu.com/gruposulnews/docs/jornal_ver_a_cidade_ano_7_edi_o_265_s_o_pau

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui