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quarta-feira, 18 fevereiro, 2026

Prefeitura devolve Parque Leopoldina à cidade com áreas revitalizadas e reforço ambiental

Após requalificação, espaço reabre com novas estruturas de lazer, esporte e convivência, câmeras do Smart Sampa e receberá mil mudas de árvores

A cidade de São Paulo ganhou mais uma área verde e de lazer estratégica com a reabertura do Parque Leopoldina – Orlando Villas-Bôas, na Zona Oeste, completamente modernizado pela Prefeitura após obras de requalificação. Nessa primeira fase do cronograma, de um total de quatro etapas, foram revitalizados 60 mil metros quadrados, com investimento superior a R$ 2 milhões. O local também conta com câmeras do Smart Sampa.

O espaço passou por uma reforma abrangente, com a reestruturação de campos e quadras esportivas, melhorias nos playgrounds, implantação de ciclovia, pista de caminhada, pista de atletismo, novos equipamentos de ginástica e adequações de acessibilidade. As intervenções também incluíram a recuperação de trilhas, percursos em concreto e piso intertravado, além da revitalização das arquibancadas, proporcionando mais conforto e segurança aos frequentadores.

A reabertura também marcou o plantio de 20 mudas de árvores e contou com a presença do prefeito Ricardo Nunes. “Esse parque ficou mais de 10 anos parado, e a Prefeitura, junto com a comunidade, vinha lutando para abrir, e hoje conseguimos fazer a reabertura, na sua fase um, de quatro etapas que serão revitalizadas. Também plantamos 20 árvores e, ao longo do ano que vem, vamos plantar 980 mudas, totalizando mil”, explicou o prefeito, ressaltando que as câmeras do Smart Sampa vão monitorar o parque. “Todos que entrarem aqui serão registrados pelas câmeras para que a gente possa ter aqui um ambiente, além de bonito, seguro”, reforçou.

A secretária Luana Villas Boas Garófalo, 41 anos, e o marido, o analista de TI Leandro Souza Tavares, 42, estavam animados com a reabertura. “É um espaço sensacional. É uma área linda, e eu ficava olhando da janela, e agora posso trazer meu filho, Leandro, para aproveitar. Moramos aqui pertinho, e dá para chegar a pé, de bicicleta. Estamos muito felizes”, conta.

Para o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, a entrega simboliza um avanço na política ambiental e urbana da capital. Segundo ele, a reabertura do Parque Leopoldina devolve à população um espaço público qualificado, com melhores condições de uso, mais opções de lazer e prática esportiva, além de reforçar o compromisso da gestão com a preservação ambiental e a qualidade de vida.

Localizado próximo à Marginal Tietê, o parque representa um importante respiro verde em uma das regiões de maior fluxo viário da cidade, ampliando as opções de lazer, esporte e contato com a natureza para moradores da Zona Oeste e de outras regiões. A área conta com campo de futebol oficial, três campos society e de rugby, quadra de areia, duas quadras poliesportivas, quadras de tênis em piso rápido e saibro, quadra de badminton, paredão de tênis, ciclovia, pistas de cooper e caminhada, além de playgrounds. Um antigo casarão no interior do parque será destinado a atividades de educação ambiental.

O plantio de 20 mudas de árvores nativas, com Diâmetro à Altura do Peito (DAP) acima de 6 centímetros, incluiu espécies como jequitibá-rosa, ipê-amarelo, jatobá, pau-brasil, sapucaia, guajuvira, pau-ferro e guanandi. A previsão é de que o parque receba, ao longo do próximo ano, cerca de mil novas árvores, ampliando a cobertura vegetal e a densidade arbórea da região.

Homenagem
O parque leva o nome do sertanista e indigenista Orlando Villas-Bôas, referência na defesa dos povos indígenas e morador da região, falecido em 2002. Implantado em parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado, o equipamento foi inaugurado em 2010, funcionou até 2015 e permaneceu fechado por cerca de dez anos devido a entraves jurídicos e ambientais. Após análises técnicas e autorizações dos órgãos competentes, o espaço foi liberado para reabertura sem restrições.

Além da infraestrutura esportiva e de lazer, o parque abriga uma exposição permanente com fotografias do acervo da família Villas-Bôas, reforçando seu caráter histórico e cultural. A área também se destaca pela biodiversidade, com registro de dezenas de espécies de aves, além de vegetação diversificada, incluindo exemplares nativos e espécies ameaçadas de extinção, como o jequitibá-rosa e o pau-brasil.


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