Projeto do Novo Rio Pinheiros beneficia mais de 500 mil pessoas com coleta e tratamento de esgoto

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Na frente de expansão da infraestrutura de saneamento básico, desde que deu início às obras (2019) até janeiro deste ano, a Sabesp já implantou 111 km de novas tubulações que coletam e enviam para tratamento os esgotos de moradores de regiões que ficam nas sub-bacias do Rio Pinheiros, entre as quais Cidade Ademar e Jd. São Luís


O Novo Rio Pinheiros é um programa do Governo do Estado de São Paulo, sob a coordenação da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, que visa a despoluição do rio até dezembro de 2022. A atuação ocorre em diversas frentes: expansão da coleta e tratamento de esgotos; desassoreamento e aprofundamento do rio; coleta e destinação dos resíduos sólidos; revitalização das margens, além de iniciativas voltadas à educação ambiental.

Na frente de expansão da infraestrutura de saneamento básico, desde que deu início às obras (2019) até janeiro deste ano, a Sabesp já implantou 111 km de novas tubulações que coletam e enviam para tratamento os esgotos de moradores de regiões que ficam nas sub-bacias do Rio Pinheiros, entre as quais Cidade Ademar e Jd. São Luís. Esse esgoto, agora destinado à ETE Barueri, deixa de cair em córregos que deságuam no Pinheiros, o que contribui diretamente para sua revitalização.

A Sabesp está investindo R$ 1,7 bilhão no Novo Rio Pinheiros para conectar ao todo aproximadamente 533 mil imóveis à rede de esgoto, beneficiando com mais saúde e qualidade de vida uma população de 3,3 milhões de pessoas que moram em locais abrangidos pela bacia do rio Pinheiros em São Paulo, Embu das Artes e Taboão da Serra.

Além proporcionar melhores condições de saúde, qualidade de vida e contribuir para a recuperação do meio ambiente, as obras da Sabesp no programa devem gerar 4,1 mil empregos.

No final de 2020, a Sabesp assinou os contratos para implantação de unidades recuperadoras da qualidade da água de alguns córregos da bacia do Rio Pinheiros – Jaguaré, Pirajussara, Cachoeira e Água Espraiada, onde há áreas de habitação irregular. Esse trabalho é complementar à instalação de redes de coleta e tratamento de esgoto, uma vez que nessas ocupações irregulares não é possível implantar tubulações convencionais.


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