Projeto de “baterias biológicas” geram eletricidade a partir de esgoto sanitário

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O projeto é baseado na Célula a Combustível Microbiana (CCM), que gera a eletricidade a partir das águas residuárias urbanas. No momento, o Grupo de Pesquisa Água, Saneamento e Sustentabilidade (GEPASS), tem seis unidades com potência de 48 Watts por m³ de volume


Eletricidade gerada a partir de águas residuárias urbanas e agroindustriais. Este é o novo projeto desenvolvido por pesquisadores vinculados ao Laboratório de Saneamento e Tecnologias Ambientais (LabSanTech) da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo.

“Nossos protótipos resultam de estudos anteriores que almejavam a recuperação de recursos diversos, provenientes de estações de tratamentos de águas residuárias. Os sistemas, formados por tecnologias e processos, deixam de ser consumidores de insumos e eletricidade para se tornarem fontes de geração de novos recursos”, explica o professor Marcelo Nolasco, do Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade da EACH.

O projeto é baseado na Célula a Combustível Microbiana (CCM), que gera a eletricidade a partir das águas residuárias urbanas. No momento, o Grupo de Pesquisa Água, Saneamento e Sustentabilidade (GEPASS), tem seis unidades com potência de 48 Watts por m³ de volume.

Até agora, o projeto experimentou uma vinhaça sintética para gerar a eletricidade. “O sistema atualmente é mantido com uma taxa de alimentação abaixo da capacidade máxima, ou seja, há potencial para se reconfigurar o reator e ampliar a geração de eletricidade”, explica o pós-doutorando Vitor Cano, que levou os protótipos para os Estados Unidos para desenvolver mais o projeto da Célula a Combustível Microbiana.

O projeto tem o objetivo de funcionar numa estação de tratamento de esgotos ou usinas de produção de álcool para gerar eletricidade através da Célula a Combustível Microbiana.


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