Pesquisadoras se unem e criam Rede Brasileira de Mulheres Cientistas

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O grupo pretende ampliar o debate sobre a situação das mulheres em diversos contextos: violência doméstica, perda de renda, desemprego, alta mortalidade de grávidas e puérperas, entre outros pontos


Para alicerçar políticas públicas em defesa das mulheres, mais de três mil mulheres assinaram uma carta para a criação da Rede Brasileira de Mulheres Cientistas, que pretende ampliar o debate sobre a situação das mulheres em diversos contextos: violência doméstica, perda de renda, desemprego, alta mortalidade de grávidas e puérperas, entre outros pontos.

As participantes querem realizar pesquisas sobre seis campos prioritários:

  • Saúde
  • Educação
  • Violência
  • Trabalho e emprego
  • Moradia e Mobilidade
  • Assistência social e Segurança alimentar

“Como em outras partes do mundo, a vulnerabilidade tem rosto de mulher. Isso compromete a autonomia e integridade dessas mulheres, mas também as de crianças, adolescentes e idosos, já que quase metade dos lares brasileiros são por elas sustentados. A desigualdade é ainda mais perversa no caso de mulheres negras e pobres, marcadores sociais de diferença que interseccionados revelam um grupo ainda mais vulnerável”, assinalam as mulheres da Rede Brasileira de Mulheres Cientistas.

De acordo com dados, há mulheres participantes de todos os estados brasileiros, além do Distrito Federal. Elas são funcionárias de museus, centros e institutos de pesquisa, instituições públicas e privadas. As pesquisadoras atuam nas seguintes áreas:

  • Engenharias, Ciências e Exatas;
  • Medicina, Saúde e Ciências Biológicas;
  • Ciências Sociais, Ciências Sociais Aplicadas, Artes e Humanidades.

“Somos mulheres cientistas brasileiras e, neste momento tão dramático, que afeta inclusive as nossas produções científicas, buscamos atuar em defesa das mulheres a partir de uma perspectiva que busca a atenção a algo praticamente ignorado no debate público: a condição das mulheres brasileiras na pandemia. Para isso criamos essa rede que nasceu a partir da Nossa Carta de Lançamento assinada por mais de 3000 cientistas brasileiras”, informa a Rede Brasileira de Mulheres Cientistas.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

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