Instituto cria campanha de doações para continuar com limpeza de lixo dos mares

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A cada R$ 1 doado, um resíduo é retirado dos oceanos brasileiros. A limpeza também vai acontecer em Portugal e nos Estados Unidos, através da atuação dos Institutos Route Portugal e Route USA


Preservação Ambiental. Esse é o foco da campanha #Somaisum, criada pelo Instituto Route Brasil. A ideia é conseguir doações para investir cada vez mais na preservação da natureza e limpeza dos oceanos.

A campanha funciona assim: a cada R$ 1 doado, um resíduo é retirado dos oceanos brasileiros. A limpeza também vai acontecer em Portugal e nos Estados Unidos, através da atuação dos Institutos Route Portugal e Route USA.

“É diante disto e da crescente procura de pessoas e empresas em integrar a nossa rota que nasceu a campanha #Somaisum. Todo valor arrecadado, seja por uma pessoa física ou por empresas parceiras, será revertido para os programas ‘Route Comunidade’ e ‘Route Praia’” explica Chris Amanda Horevitch, gestora executiva da organização.

De acordo com dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, de 2017, os oceanos recebem cerca de dois milhões de toneladas de resíduos, ou seja, a maior parte do lixo encontrado no mar vem da terra, das pessoas.

Apenas o Instituto Route Brasil, em seus quase 10 anos de existência, já realizou mais de 80 mutirões de limpeza, desde 2011. As doações para a campanha #Somaisum podem ser feitas através do site: www.routebrasil.org/doe

MONITORAMENTO DE LIXO NO MAR

Para diminuir os impactos que o lixo jogado no mar causam ao meio ambiente, a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente, a USP, o Instituto Oceanográfico (da USP), a Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano e o Instituto de estudos Avançados da USP se juntaram para criar o Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar (Pemalm).

Iniciado em 2019, o documento traz os indicadores sobre geração de lixo, de exposição e de impactos para monitoramento da quantidade de lixo no mar. Com isso, é possível fazer uma análise das alternativas de combate ao lixo.

“Os ambientes costeiros e marinhos são responsáveis pela regulação do clima no planeta, ciclagem de nutrientes, recreação e o lazer, e vêm sofrendo com a pressão sobre os recursos naturais, a poluição e as mudanças climáticas. Embora os itens plásticos respondam pela maior quantidade de lixo nos oceanos, há materiais como o papel, bitucas de cigarro, apetrechos de pesca, tecido, madeira, metal, vidro, borracha, que são originados por diversas fontes. Ações humanas em terra e no ambiente marinho e a gestão inadequada dos resíduos sólidos são alguns dos fatores responsáveis pelo lixo no mar”, explica o Governo de SP.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

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