Governo de São Paulo faz mudanças na flexibilização do comércio para conter Covid-19

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A capital paulista, por exemplo, está na fase laranja. Portanto, o atendimento presencial está limitado a 40% do público e o funcionamento por oito horas diárias, até às 20h. Essa nova classificação vale até o dia 8 de fevereiro


De acordo com o Governo de SP, o mês de janeiro de 2021 já superou o mês de dezembro de 2020 no número de casos de Covid-19: entre 1º e 24 de dezembro do ano passado foram registrados 220.644 casos e, no mesmo período de janeiro deste ano já são 16 mil casos a mais, ou seja, 252.956.

“Uma segunda onda de coronavírus atingiu o mundo e seus efeitos também atingiram o Brasil e o Estado de São Paulo. O aumento no número de casos, internações e óbitos é extremamente preocupante. É a ciência, a saúde e a medicina que determinam os caminhos que temos a seguir para proteger vidas”, disse o governador João Doria.

Então, com o aumento de casos e, por consequência, de mortes, várias regiões do Estado estão numa nova fase do Plano São Paulo de flexibilização.

A capital paulista, por exemplo, está na fase laranja. Portanto, o atendimento presencial está limitado a 40% do público e o funcionamento por oito horas diárias, até às 20h. Nesta fase só podem funcionar: academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e parques estaduais. Os bares não podem abrir.

Os parques municipais também fecham aos finais de semana e feriados. Em dias úteis o funcionamento acontece das 8h às 16h.

Todas as cidades do Estado de São Paulo, independentemente da fase em que estão classificadas, só podem abrir seus comércios das 6h da manhã às 20h da noite, em dias úteis, e permanecem fechados aos sábados, domingos e feriados.

Essa nova classificação vale até o dia 8 de fevereiro. “O cenário para os próximos dias não é tranquilizador, muito pelo contrário, são sombrios. Nós temos risco em São Paulo, se não tomarmos as medidas necessárias, de em pouco tempo termos dificuldade de oferecer leitos de UTI para pessoas que necessitem de tratamento. São Paulo apresenta um óbito a cada seis minutos. O tempo que demorarmos para tomar as medidas necessárias vai significar óbitos nesta velocidade”, declarou João Gabbardo, coordenador executivo do Centro de Contingência.


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