CPTM cria espaço para mulheres vítimas de assédio e violência nas estações

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No total, a CPTM tem 36 Espaços Acolher, que são exclusivos para atendimento às mulheres vítimas de importunação e assédio sexual nos trens e estações


A CPTM inaugurou sete novos Espaços Acolher em suas estações, chegando a 36 salas. Os locais têm como objetivo dar atendimento humanizado e com privacidade a mulheres vítimas de violência ou importunação sexual nos trens e estações da companhia.

As estações Perus (Linha 7-Rubi), Domingos de Moraes (Linha 8-Diamante), Berrini e Grajaú (Linha 9-Esmeralda), Mauá (Linha 10-Turquesa) e Itaim Paulista e Itaquaquecetuba (Linha 12-Safira) receberam os novos espaços, em que a passageira receberá atendimento mais reservado, separado do agressor, e feito por uma pessoa preparada para lidar com essa situação incômoda e delicada.

Além das salas recém-inauguradas, a CPTM possui Espaços Acolher nas seguintes estações:

• Linha 7-Rubi – Vila Aurora, Franco da Rocha, Francisco Morato, Várzea Paulista e Pirituba;
• Linha 8-Diamante – Osasco, Jandira, Barueri e Carapicuíba;
• Linha 9- Esmeralda – Jurubatuba, Hebraica-Rebouças, Villa-Lobos – Jaguaré e Pinheiros;
• Linha 10-Turquesa – Santo André, Rio Grande da Serra e Tamanduateí;
• Linha 11-Coral – Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Guaianases, José Bonifácio e Bom Bosco;
• Linha 12-Safira – São Miguel Paulista;
• Linha 13-Jade – Aeroporto Guarulhos.

O atendimento também é prestado nas estações de integração Luz (Linhas 7-Rubi e 11-Coral), Brás (Linhas 7-Rubi, 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira); Tatuapé (Linhas 11-Coral e 12-Safira), Engenheiro Goulart (Linhas 12-Safira e 13-Jade); e Palmeiras Barra Funda (Linhas 7-Rubi e 8-Diamante).

O Espaço Acolher faz parte do programa ‘Em Movimento Por Elas’, lançado em março deste ano em parceria com o Instituto Avon, que consiste na formulação de políticas públicas no âmbito da companhia, criando uma rede de proteção às mulheres com base em implementação de projetos internos e externos que permitam o fortalecimento da autoestima, visibilidade para questões de gênero e combate à violência contra a mulher.

“Todas as grandes empresas têm importantes discursos pela valorização da mulher e combate ao machismo. A CPTM é uma grande empresa, transporta três milhões de pessoas sendo que a maior parte são mulheres. Queremos ir além do discurso, queremos que as nossas passageiras sejam respeitadas e as nossas colaboradoras vejam a companhia como um lugar seguro, acolhedor e, principalmente, justo para elas”, explica Pedro Moro, presidente da CPTM.


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